EXPEDIENTE DO SITE
Diagramação: Marco Scalzo
Diretora de Imprensa: Vera Luiza Xavier
O psicólgo Rui Carlos Stockinger (entre Edelson Figueiredo e José Ferreira) numa palestra promovida pelo Sindicao do Rio em abril deste ano sobre a Síndrome de Burnout na categoria bancária: preocupação com o crescimento das doenças da mente
Foto:: Nando Neves
Carlos Vasconcellos
Imprensa SeebRio
Nesta terça-feira, 28 de abril, é celebrado o Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho. Na mesma data, no Brasil, também se comemora o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.
“Este é um dia muito importante para refletirmos sobre o nível crescente de adoecimento de trabalhadores e trabalhadoras. Em nossa categoria, os números de vítimas de doenças mentais, como a síndrome de burnout e o transtorno do pânico, são assustadores. Por isso, a campanha nacional, que inclui a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho e dos acordos específicos dos bancos, precisa da participação dos bancários e bancárias para preservarmos direitos conquistados e avançarmos ainda mais nas questões de saúde e condições de trabalho”, afirma o diretor executivo do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Edelson Figueiredo.
“É muito importante cobrarmos dos bancos medidas de prevenção e a criação de um modelo de gestão de metas mais humano e solidário, que promova a autoestima e valorize o trabalhador”, completa Edelson.
Como tudo começou
A mobilização internacional pela prevenção e combate ao adoecimento no trabalho teve origem em 1969, quando uma explosão em uma mina na cidade de Farmington, no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, provocou a morte de 78 trabalhadores. A tragédia motivou movimentos sociais a instituírem a data como símbolo da luta por ambientes de trabalho mais seguros.
Em 2003, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) oficializou o 28 de abril como uma data internacional dedicada à promoção da saúde e segurança no trabalho. Desde então, sindicatos, entidades e movimentos sociais realizam atividades em todo o mundo para lembrar as vítimas e cobrar medidas efetivas de prevenção.