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Diagramação: Marco Scalzo
Diretora de Imprensa: Vera Luiza Xavier
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Em assembleia nesta quinta-feira (27/11), bancários e bancárias aprovaram, por unanimidade, a previsão orçamentária do Sindicato dos Bancários e Financiários do Rio de Janeiro para 2026. Elaborada pela Secretaria de Finanças da entidade, a estimativa prevê um total da receita de R$ 23, 679 milhões aproximadamente, correspondendo a uma média mensal de cerca de R$ 1, 973 milhão.
Já a previsão da despesa é de R$ 23, 352 milhões, uma média mensal de gastos de R$ 1,946 milhão. O saldo, portanto, entre a receita e a despesa anual estimadas seria positivo em R$ 327, 392 milhões. O presidente do Sindicato, José Ferreira, lembrou que continua a redução da categoria, o que tem se refletido no número de associados, mas apontou como positiva para o orçamento, a regulamentação da Contribuição Negocial, a ser descontada das categorias para os sindicatos, nas campanhas salariais, mas que depende de uma negociação entre as centrais sindicais e o Tribunal Superior do Trabalho (TST).
O diretor da Secretaria de Finanças, Jorge Lourenco, lembrou que o Sindicato vem tomando várias medidas para o corte de despesas, entre elas, a instalação de painéis solares para a geração de energia e a negociação da redução de contribuições às entidades às quais o Sindicato é filiado. Bem como despesas administrativas.
“Do lado da receita, vamos trabalhar para o aumento de 20% do número de sindicalizados, já que, hoje, há espaço para isto, porque temos uma base de 18 mil bancários e bancárias, e mais de 6 mil filiados com a contribuição em dia (os licenciados permanecem asssociados, mas uma parcela deles deixa de contribuir durante parte do afastamento). Isso nos possibilitaria manter o equilíbrio das contas. Sempre lembrando que ano que vem os gastos do Sindicato serão elevados em função da Campanha Nacional da categoria”, explicou.
Agradeceu a funcionários e diretores que este ano trouxeram para a entidade 651 novos sindicalizados, ou seja, cerca de 62 novos filiados por mês. Maria Izabel Menezes, diretora adjunta da Secretaria de Finanças, disse que o resultado foi significativo se for levado em conta o número de pessoas em trabalho remoto. “Mas a ideia é ampliar este número com uma campanha de sindicalização”, adiantou.