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Diretora de Imprensa: Vera Luiza Xavier
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Neste domingo (8/3), manifestações nas principais cidades do país estarão sendo realizadas pelo fim da violência contra a mulher. Este ano esta exigência torna-se ainda mais urgente, devido à multiplicação dos casos de assassinatos, estupros e violência doméstica.
Episódios recorrentes de violência contra mulheres e o registro de quatro feminicídios por dia no Brasil evidenciam a gravidade do problema e reforçam o chamado das trabalhadoras:
Adriana Nalesso, vice-presidenta da CUT do Rio de Janeiro e presidenta da Federa-RJ, falou sobre os atos. “O 8M (8 de Março, Dia Internacional da Mulher) é um dia muito importante para nós, marca a trajetória de lutas das mulheres por respeito, igualdade, direitos e especialmente a luta pela vida. É inadmissível que ainda sejamos vistas como propriedade, como se não fôssemos donas de nossos corpos e continuemos sendo violentadas e mortas”, disse.
E acrescentou: “A violência contra as mulheres está presente em todos os estratos sociais. Pensando nisso, conquistamos em nossa CCT direitos importantes para bancária vítima de violência doméstica com acolhimento/ atendimento, possibilidades de transferência e linha de crédito diferenciada para que ela possa recomeçar sua vida longe do agressor. Temos muito orgulho do que conquistamos, combater toda e qualquer forma de violência é nossa missão”, afirmou Adriana.
Ato do Rio – No Rio de Janeiro, capital, haverá uma marcha, que sairá do Posto 3, seguindo até o Posto 1, no Leme. A concentração está marcada para começar às 10 horas.
Maria Eduarda Quiroga, diretora da CUT do Rio de Janeiro, lembrou que “as mulheres estarão nas ruas, juntas, porque a história ensina que quando estamos sendo atacadas somos nós mulheres que nos colocamos em luta na linha de frente, nos dando as mãos”, afirmou.
E acrescentou: “E é por isso que os eixos da nossa luta são muitos: pela vida das mulheres e crianças, basta de feminicídio, por mais orçamento para políticas públicas e seu enfrentamento, soberania dos povos, contra o imperialismo e fascismo, pelo fim da escala 6×1 e pelo bem viver, aborto legal e seguro, e Cláudio Castro nunca mais!”.
Relação dos protestos por cidades, em ordem alfabética. Lista em atualização – outros atos ainda estão sendo organizados
Aracaju (SE)
Feira do Conjunto Bugio
8 de março – 8h
Belém (PA)
Escadinha
8 de março – 9h
Belo Horizonte (MG)
Praça Raul Soares
8 de março – 9h
Boa Vista (RR)
Portal do Milênio – Centro
8 de março – 18h
Brasília (DF)
Estacionamento do Espaço Ibero-Americano
8 de março – concentração às 13h e marcha às 15h
Campo Grande (MS)
Entre as ruas Barão e 14 de Julho
7 de março – 8h30
Caju (RN)
8 de março – 9h
Curitiba (PR)
Praça Santos Andrade
8 de março – 9h
João Pessoa (PB)
Praça da Paz
8 de março – 15h
Londrina (PR)
Calçadão em frente ao Cine Teatro Ouro Verde
7 de março – 9h às 13h
Maceió (AL)
Caminhada na Orla – Praia de Sete Coqueiros, Pajuçara
7 de março – 9h
Maringá (PR)
Praça Rocha Pombo
8 de março – 9h
Mocajuba (PA)
Concentração em frente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais
8 de março – 7h
Porto Alegre (RS)
Concentração no Largo dos Açorianos, com caminhada até a Praça do Aeromóvel
8 de março – 9h30 às 16h
Recife (PE)
Concentração na Praça do Diário até o Shopping Boa Vista
9 de março – concentração às 16h e saída às 17h30
Rio de Janeiro (RJ)
Copacabana – marcha do Posto 3 ao Posto 1
8 de março – concentração às 10h
Salvador (BA)
Barra
8 de março – 9h
São Paulo (SP)
Concentração em frente ao MASP, na Avenida Paulista
8 de março – 14h
Teresina (PI)
Praça Pedro II
8 de março – 8h30
Vitória (ES)
Praça Getúlio Vargas – Centro
6 de março – 14h