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Diagramação: Marco Scalzo
Diretora de Imprensa: Vera Luiza Xavier
Carlos Vasconcellos
Imprensa SeebRio
Nesta sexta-feira, 7 de fevereiro, é o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas.
A data foi instituída em 2008 para relembrar a morte da liderança guarani Sepé Tiaraju, em 1756, em um confronto com espanhóis, em São Gabriel, no Rio Grande do Sul, onde o indígena foi ferido por lança e levou um tiro.
Três dias após sua morte, os indígenas foram massacrados na batalha de Caiboaté, na qual cerca de 1.500 indígenas foram assassinados.
Direito à vida
Passados 269 anos, os povos originários continuam tendo que lutar por suas terras e seus direitos à preservação da cultura e costumes e para viverem em harmonia com a natureza, necessitando de assistência de saúde e acesso à educação e meios de sobrevivência em função do avanço da civilização e dos latifúndios em suas terras.
Confrontos com garimpeiros ilegais, fazendeiros e a ambição de grandes empresas de mineração ameaçam a sobrevivência dos indígenas no Brasil.
"Proteger os povos indígenas é preservar o meio ambiente. Eles nos ensinam como viver de forma sustentável sem necessariamente destruir as florestas. Nós precisamos compreender que o conceito de 'felicidade' hoje está relacionado ao consumismo desenfreado da lógica capitalista e que isso tem levado a humanidade à destruição do Planeta e a um risco real para a vida humana. Portanto, a luta dos povos indígenas tem que envolver toda a sociedade", destaca a diretora da Secretaria do Meio Ambiente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Cida Cruz.