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Secretarias

Nossa História

Sindicato dos Bancários

O Sindicato dos Bancários do Rio foi criado em 1930. De lá para cá, com muita luta, a categoria conquistou piso salarial, jornada de trabalho de seis horas, fim do trabalho aos sábados, caixa de aposentadoria e pensões e outros.

Secretarias


Presidência

Presidente

Adriana Da Silva Nalesso - Itaú-Unibanco

presidencia@bancariosrio.org.br

2103-4102/4103 / Fax: 2103-4105

Vice-Presidente

Paulo Cesar Matileti - CEF

vicepresidencia@bancariosrio.org.br

2103-4111 / Fax: 2103-4105

O presidente do Sindicato responde por todos os atos da entidade, representando a categoria perante órgãos públicos e a sociedade civil. Comanda as ações sindicais e reuniões da diretoria, assina atas, orçamentos, cheques, contratos, livros contábeis e outros registros.

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Secretaria geral

Secretário-Geral

Robson De Oliveira Santos – Itaú-Unibanco

sgeral@bancariosrio.org.br

2103-4107 / 2103-4108 / Fax: 2103-4109

O secretário geral substitui o vice-presidente. Entre suas tarefas figuram: manter o fluxo das correspondências, coordenar, dirigir, executar, fiscalizar a guarda dos documentos oficiais, como convenções, contratos, convênios, etc.

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Secretaria de Administração

Diretor de Administração e Patrimônio

Jorge Lourenço Martins – Itaú-Unibanco

administracao@bancariosrio.org.br

2103-4137

Ao diretor de Administração e Patrimônio e Informática compete:
a - controlar a aquisição e venda de bens do Sindicato, respeitando este estatuto;
b - controlar o patrimônio do Sindicato;
c - controlar o almoxarifado;
d - zelar pela conservação da sede social, delegacias sindicais, bens móveis e imóveis;
e - superintender os quadros de servidores do Sindicato, no tocante aos seus direitos e obrigações;
f - administrar a gráfica da entidade;
g - zelar pelo bom relacionamento entre funcionários e diretores e pelo funcionamento eficaz da administração sindical;
h - traçar política de atualização permanente do Sindicato no que tange à informática;
i - assinar com os demais diretores o relatório anual da diretoria, o programa anual de atividades e orçamento.
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Secretaria de Finanças (Tesouraria)

Diretor Tesoureiro

Jorge Geraldo Palermo Ferraz - Bradesco

financas@bancariosrio.org.br

2103-4154

Diretor Segundo Tesoureiro

José Ferreira Pinto – CEF

joseferreira@bancariosrio.org.br

2103-4154

Opera com recebimentos, pagamentos e contabilidade. Tem como tarefas a guarda da fiscalização. É responsável pelos valores, cópia dos contratos e convênios. O tesoureiro assina os cheques junto com o presidente.
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Secretaria de Imprensa e Comunicação

Diretora de Imprensa e Comunicação

Vera Luiza Xavier Ferreira – Itaú-Unibanco

imprensa@bancariosrio.org.br

2103-4137

É a secretaria que cuida da comunicação social do Sindicato. Edita, duas vezes por semana, um tablóide de quatro páginas com o noticiário do movimento sindical bancário. Além disso, mantém na página da internet notícias, artigos, vídeos, fotos e o conteúdo do Facebook.
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Secretaria de Formação

Diretor de Formação Sindical

Sérgio Wilson Lima De Amorim - CEF

formacao@bancariosrio.org.br

Esta secretaria cumpre papel fundamental na organização dos trabalhadores, ao qualificar dirigentes e ativistas sindicais para a ação sindical. Além de suas atribuições pedagógicas, a Secretaria de Formação celebra parcerias com faculdades e cursos preparatórios.
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Secretaria de Assuntos Jurídicos

Diretor de Assuntos Jurídicos

Cleyde Reis Magno – Santander

juridico@bancariosrio.org.br

2103-4104/4125/4128/4173

Conhecida também como Departamento Jurídico, esta secretaria cuida de toda a parte jurídica do Sindicato, ajuizamento de ações, publicação de editais, pagamento de ações ganhas, consultas sobre Previdência, questões trabalhistas e outras para os bancários sindicalizados.
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Secretaria de Saúde do Trabalhador

Diretor de Saúde

Gilberto Leal Dos Santos Junior – Unibanco

saude@bancariosrio.org.br

2103-4110/4116/4149/4176

Esta secretaria apoia os bancários e as bancárias em relação à saúde. Fiscaliza a ergonomia, programas de prevenção, pressões das chefias, assédio moral e sexual. Emite Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e orienta os adoecidos em caso de necessidade de licença-médica.
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Secretaria de Cultura e Esporte

Diretora de Cultura e Esporte

Maria Izabel Cavalcanti Menezes (Bel) - Itaú-Unibanco

cultural@bancariosrio.org.br

Bancários e bancárias querem “comida, diversão e arte”... O cultural proporciona shows, teatro, botequim, festas anuais, bloco carnavalesco, excursões nacionais e internacionais, encontro de corais, futebol soçaite, escolinha de futebol, corrida rústica e outros.
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Secretaria de Bancos Privados

Diretor de Bancos Privados

Nilo Casanova Gomes - Bradesco

bancosprivados@bancariosrio.org.br

2103-4121/4124/4172

Destina-se à organização da luta dos bancários e bancárias do setor privado. Recebe as inúmeras denúncias de assédio moral, da exigência de metas abusivas, da sonegação de horas extras e busca solução. Colabora com as Cipas (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes).
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Secretaria de Base

Diretor Executivo

Marcelo Pereira – Bradesco

marcelopereira@bancariosrio.org.br

2103-4119/4120

Diretores:

Marcelo Pereira
João Rodrigues dos Santos Neto
José Carlos Pereira
Paulo Jorge Salgueiro Barata
Carlos Antonio da Silva Broca (Federação Bancários RJ/ES)
Nelson Carneiro Oliveira (Federação Bancários RJ/ES)

Atribuições da Secretaria de Dinamização do Trabalho de Base:

Coordenar paralisações, parcial ou total, quando necessárias;Organizar e coordenar as atividades da campanha salarial;Coordenar a distribuição de matérias específicos nas agências/departamentos;Apurar denúncias sobre irregularidades nas agências/departamentos;Incentivar, organizar e coordenar o trabalho sindical nas agências bancárias;Interagir com outros sindicatos em questões comuns;Visitar as agências bancárias nos bairros com o Sindicato Móvel.

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Secretaria de Bancos Públicos

Diretor de Bancos Federais

José Henrique Nunes Da Rocha - BB

bancospublicos@bancariosrio.org.br

2103-4122/4123

Reponde pelas atividades sindicais dos empregados dos bancos públicos. Convoca os bancários e bancárias para a luta contra a privatização dos bancos públicos. Recebe denúncias diversas e busca resolver os problemas. Organiza a participação do setor público nas campanhas salariais.
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Secretaria de Políticas Sociais

Diretora de Política Sociais

Katia Lucimar Rocha Branco Lopes - Itaú-Unibanco

katia@bancariosrio.org.br

katia

A Secretaria de Políticas Sociais do Sindicato tem um papel importante em relação aos Movimentos Sociais. Cada vez mais se torna primordial a nossa atuação nas diversas frentes de luta e espaços de poderes. A cada ano nos deparamos com novos desafios. Em 2016 a categoria bancária obteve uma importante vitória: a ampliação da licença-paternidade de 5 para 20 dias. E para o bancário ter direito ao benefício, é necessário fazer o Curso Paternidade Responsável. O curso é elaborado e coordenado pela Secretaria de Políticas Sociais do Sindicato e é gratuito para bancário sindicalizado. Estamos atuando no sentido de aumentar a intervenção da nossa secretaria para que possa contribuir efetivamente na elaboração das políticas para a juventude, nas temáticas de gênero, de orientação sexual, de raça, de pessoas com deficiência, cidadania, violência contra a mulher, feminicídio e exploração sexual contra crianças e adolescentes, bem como diante dos desafios que vão surgindo no dia a dia.
Assim, compete à secretaria de políticas sociais:
a) Incentivar, organizar e coordenar o trabalho sindical nos assuntos que se referem à cidadania, raça, juventude, gênero, Pessoas com Deficiência e orientação sexual etc.;
b) Promover estudos, debates e outras iniciativas que visem aprofundar o entendimento destas questões pela categoria;
c) Articular as relações do Sindicato com setores da sociedade que atuam com vistas à ampliação dos espaços de cidadania plena e contra qualquer tipo de discriminação racial, de gênero ou por orientação sexual;
d) Contribuir e orientar a preparação de artigos para o Jornal Bancário e outras publicações do Sindicato sobre os temas afetos a esta secretaria;
e) Dado que estas questões se apresentam difundidas na ação sindical cotidiana, desenvolver junto aos diversos setores do Sindicato formas de conscientização para uma atuação positiva nas esferas administrativa, política e social.

Contatos: E-mail: politicassociais@bancariosrio.org.br>. Telefone: 2103-4165 / 4170

Saudações sindicais.

Kátia Branco – Diretora-Executiva da Secretaria de Políticas Sociais do Sindicato dos Bancários do Rio

 

Datas das atividades da Secretaria de Políticas Sociais

Janeiro

— 21 – Dia Nacional de combate à intolerância Religiosa.

— 29 – Dia Nacional de Respeito às Travestis

Fevereiro

— 21 – Conquista do voto feminino.

Março

— 8 – Dia Internacional da Mulher.

— 21 – Dia internacional Pela Eliminação da Discriminação Racial

Abril

— 25 – Dia Latino Americano da Mulher Negra

— 27 – Dia Nacional da Trabalhadora Doméstica

— 30 – Dia Nacional da Mulher

Maio

— 1 – Dia da Trabalhadora e do Trabalhador

— 13 – Dia Nacional de Luta Contra o Racismo

— 17 – Dia Internacional de Combate a Lesbofobia, Homofobia e Transfobia

— 18 – Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil

— 28 – Dia de Combate a Mortalidade Materna: matéria no jornal Bancário ou palestra.

Junho

  • 4 – Dia Internacional das Crianças Vítimas de Violência
  • 5 – Dia Mundial da Água
  • 7 – Dia Mundial contra a Violência à Pessoa Idosa
  • 21 – Dia de Luta por uma Educação não Sexista e Sem Discriminação.
  • 28 – Dia do Orgulho LGBT

Julho

  • 23 – Dia Nacional da Trabalhadora e do Trabalhador Rural
  • 25 – Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha

Agosto

  • 7 – Sanção da Lei Maria da penha
  • 12 – Dia Nacional dor Orgulho Lésbico
  • 12 – Marcha das margaridas
  • 29 – Dia da Visibilidade Lésbica

Setembro

  • 6 – Dia Nacional pela Igualdade da Mulher
  • 21 – Dia Nacional de Luta das Pessoas Portadora de Deficiência.
  • 23 – Dia Internacional Contra a Exploração e Tráfico de Mulheres e Crianças

Outubro

  • 17 – Dia Nacional Contra a Pobreza e a Violência Sexista
  • 26 – Dia Nacional da Juventude

Novembro

  • 20 – Dia Nacional da Consciência negra
  • 20 – Início da Campanha de 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres.
  • 25 – Dia Internacional Pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres

Dezembro

— 6 – Massacre de Mulheres de Montreal (Canadá)

— 10 – Término da Campanha de 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres:

— Adoção da Cedaw – Convenção Sobre Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as Mulheres (ONU, 1979)

Oito de Março -  Dia Internacional da Mulher

O Dia da Mulher são todos os dias. Mas o mês de março, já está consagrado mundialmente como o nosso mês e algumas datas constituem o marco da longa trajetória de luta das mulheres pelos seus direitos.

Por exemplo podemos citar que, além do oito de março, temos o Dia Internacional de Luta Pela Eliminação da Discriminação Racial. Esta data está relacionada com o Massacre de Shaperville, na África do Sul, quando a população deste bairro, fazia uma manifestação com o regime racista conhecido como Apartheid, e a polícia abriu fogo e matou 69 manifestantes e feriu outros 186. O dia do massacre se transformou em um dia de luto, mas também de luta contra a discriminação racial em memória daqueles que foram sacrificados porque lutavam pelos seus direitos.

Agora, o dia 14 de março também entrou para a história. O assassinato de Marielle Franco e do seu motorista também ocorreu neste mês. Se não for coincidência, quem assassinou Marielle parece que escolheu o mês de março, uma vez que é ao longo dele que celebramos nossas vitórias, choramos nossas mártires e olhamos para o futuro, pois o futuro somos nós, com a nossa voz, com a nossa alegria, com a nossa capacidade de olhar o mundo pelo prisma da paz, da criatividade e de estar ao lados dos nossos companheiros nas lutas mais gerais, sem perder de vista as nossas bandeiras específicas.

Mas nem tudo é tristeza e dor. Nossa festa hoje faz uma homenagem especial para a mulheres Afro-Latino-Americana e Caribenha. E é de lá, da pequena ilha caribenha de Cuba que nos vem um exemplo de luta, de participação e de inclusão das mulheres no poder.

Dos 605 deputados eleitos, cerca de 53% são mulheres, o que converte a Assembleia Nacional cubana no segundo parlamente com mais mulheres eleitas, depois da Bolívia.

Além disso, 40,6% dos parlamentares possuem menos de 50 anos e 13% são jovens de menos de 35 anos. A composição racial também é uma das mais democráticas da América Latina. Cerca de 59,5% do parlamento eleito é branco e 40,5% negro e pardo.

Sabemos que ainda estamos longe de atingir este patamar. Mas isso não é para nos sentirmos desestimuladas, pelo contrário, são exemplos como estes que nos estimulam a lutar e acreditar que um futuro sem violência, sem feminicídio, sem discriminação racial, sem preconceito de raça, cor e gênero é possível.

Kátia Branco

 

19 de abril: ‘Dia do Índio’

No dia 19 abril de 1940 foi realizado na cidade do México o I Congresso Indigenista Interamericano. Os líderes “indígenas” que participaram do congresso, propuseram que a data fosse transformada no Dia do Índio. No Brasil, o Dia do Índio foi instituído pelo presidente Getúlio Vargas, através do Decreto-Lei 5540 em 1943. Posteriormente a UNESCO instituiu o dia 9 de gosto, como o Dia Internacional dos Povos Indígenas.

O termo “índio” tem sua origem num erro geográfico atribuído a Cristóvão Colombo.  Ao chegar em terras americanas pensou ter atingindo as Índias navegando em sentido oposto aos portugueses e por isso chamou os povos que encontrou de “índios”.

Quando os portugueses chegaram no que seria posteriormente o Brasil, havia cerca de seis milhões de habitantes, que não eram “índios” e sim nações, embora ágrafas, mas com seus costumes, tradições, cultura e domínio da linguagem falada em várias línguas diferentes, tendo como família linguística o tupi-guarani, uma das mais importantes da América do Sul. Parte considerável dos povos que habitavam o litoral quando da chegada dos portugueses falavam línguas pertencentes a esta grande família linguística.

A história dos povos “indígenas” do Brasil é de sofrimento e dor. Foram aprisionados, escravizados, aculturados, dizimados e espoliados de suas terras, principalmente os que viviam na faixa litorânea. Atualmente, segundo a ONU, a população “indígena” é de 0,43% (dados de 2008). Por isso a luta destes povos pela demarcação de suas terras é fundamental. Suas reservas são constantemente atacadas por vários tipos de invasões para atividades diversas: grilagem, garimpo, rodovias, transposição de rio, extração de madeira e barragens, ou seja, o que falta de proteção, sobra em ameaças a sua sobrevivência.

Embora exista uma organização para “cuidar” dos “índios”, a Fundação Nacional do Índio - FUNAI, muito pouco tem contribuído para a proteção e garantia dos direitos destes povos. Sem consultá-los, vários projetos são implementados nas regiões em que vivem. Para se ter uma ideia, a ONU aponta “que barragens nos rios Xingu, Tocantins, Madeira, Estreito, Tibagu, Juluena, Cotingo e Kuluene, além da transposição do rio São Francisco, podem gerar problemas sérios para comunidades”.

Embora seja importante a existência de um dia dedicado aos “índios”, o mais importante é respeitá-los. Defender os direitos destes povos que vivem fora da nossa lógica urbana é um desafio para todos que vislumbram a inclusão social, com autodeterminação, dos antigos donos dessa terra chamada Brasil.

Kátia Branco

Secretária de Políticas Sociais

 

 

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