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VITÓRIA DA UNIDADE

Chapa 1 - Unir, Resistir e Avançar vence eleição do Sindicato

NOTÍCIAS

16, abril 2018 19:54

A diretoria eleita tem vai defender as conquistas da categoria e lutar contra o desemprego, os efeitos da reforma trabalhista e a privatização dos bancos públicos

A Chapa 1 – Unir, Resistir e Avançar venceu as eleições para a renovação da diretoria do Sindicato, por uma diferença significativa em relação à Chapa 2 – Renovação e Independência, de oposição à atual diretoria: 7.806 votos (84,49% do total), contra 1.228 (13,29%). Houve, ainda, 74 em branco (0,80%) e 131 nulos (1,42%). Foram às urnas, 9.239 bancários. A votação que começou na terça-feira (10/4) terminou por volta das 18 horas de sexta-feira (13/4). A apuração teve início pouco depois das 19 horas, sendo encerrada com o anúncio oficial do resultado pela Comissão Eleitoral, próximo a meia-noite.
A Chapa 1 é encabeçada pela presidenta do Sindicato, Adriana Nalesso que, assim, se reelege. “Este resultado demonstra a confiança em nós depositada pela categoria, mas também aumenta a responsabilidade da diretoria eleita frente aos desafios que teremos”, afirmou a dirigente. Na sua avaliação, foi, também, a vitória da unidade, essencial para as lutas que os trabalhadores terão que travar nesta conjuntura adversa: além das forças políticas já presentes na atual diretoria – da CUT e da CTB – faz parte da chapa vencedora a Frente de Esquerda Socialista (FES).
Desafios
A presidenta citou como principais desafios da direção eleita, garantir os direitos dos bancários. “É neste ano que vamos sentir mais os impactos da reforma trabalhista. Nossos maiores desafios são os de manter todas as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho, a mesa única de negociação (bancos privados e públicos), enfim, um conjunto de conquistas que alcançamos ao longo de décadas e que estão sob a ameaça das novas regras fixadas pela reforma do governo Temer”, explicou. Enumerou entre estas conquistas (a CCT tem ao todo 72 cláusulas), a PLR, os vales alimentação e refeição, a 13ª cesta alimentação, a estabilidade pré-aposentadoria, a PLR para os licenciados. “Para garantir estes e outros muitos direitos é fundamental a participação massiva da categoria”, disse.
Bancos públicos 
Outros compromissos são o combate à reforma da Previdência, que virá, dependendo do presidente eleito, e também à política econômica recessiva, de alto desemprego e de retirada de direitos altamente prejudicial aos trabalhadores. O vice-presidente do Sindicato, também reeleito, Paulo Matileti, acrescentou como outro compromisso da nova gestão, a continuidade da política de defesa dos bancos públicos contra os ataques do governo. “A Caixa e o Banco do Brasil, neste governo golpista, estão passando por um duro processo de desmonte, com fechamento de agências e redução do número de funcionários. Com isto, Temer prepara a privatização de bancos que abandonarão sua função social”, afirmou. 

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