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08, fevereiro 2018 19:18

UNIDADE E MOBILIZAÇÃO - Bancários em mais um protesto contra a Reforma da Previdência, em novembro de 2017. O Sindicato convoca a categoria para intensificar a luta para garantir os direitos dos trabalhadores

Os bancários do Rio participam na quinta-feira, dia 15 de fevereiro, a partir das 18 horas, no auditório do Sindicato, de uma assembleia que vai deliberar sobre as atividades do Dia Nacional de Luta (19) contra a Reforma da Previdência. O endereço é Avenida Presidente Vargas, 502, 21º andar, Centro. 
O governo Michel Temer tem pressa e acionou o empresariado para pressionar os parlamentares a aprovarem a proposta e quer votar o projeto até o dia 28 de fevereiro. Os Debates no plenário da Câmara dos Deputados estão previstos para começar do dia 19, na segunda-feira logo após o feriado do carnaval e há a possibilidade de a votação ocorrer nesta data, desde que o Palácio do Planalto tenha número suficiente de votos para a aprovação do projeto. 
Os metalúrgicos do ABC paulista aprovaram, na quarta (7/2), a realização da greve, no próximo dia 19, em oposição a reforma da Previdência, assim como diversas outras categorias. 
Recuos não convencem 
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM) anunciou as seguintes alterações no texto para tentar a aprovação: Não alterar o regime de aposentadoria do trabalhador rural e nem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), este último garante um salário mínimo mensal ao idoso acima de 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade com impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo; diminuição do tempo de contribuição de 25 para 15 anos para trabalhadores da iniciativa privada terem aposentadoria parcial e pensão integral para viúvos e viúvas de policiais mortos em combate. As mudanças não convencem o movimento sindical, pois a reforma prejudica o trabalhador, tornando ainda mais difícil o acesso à aposentadoria e achatando ainda mais o valor dos benefícios. 
“O governo alega que o déficit da Previdência Social é de cerca de R$268,8 bilhões, mas a seguridade social, da qual faz parte o INSS, é superavitária. O problema é que o dinheiro é desviado para pagar aos bancos os juros da dívida pública. Além disso, basta cobrar as dívidas de grandes empresas para reequilibrar as contas. Mas Temer perdoa o calote do grande capital e quer que o trabalhador pague a conta”, critica o vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Rio, Paulo Matileti. 
No ano passado, em 90 dias, Temer perdoou, R$30 bilhões de dívidas do itaú, Bradesco e Santander referentes ao Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). 

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